por Phil, 2-fev-2010.

Mudanças (Autor desconhecido)
Estou planejando fazer umas mudanças neste blog, na forma e no conteúdo.
A respeito da forma, estou pensando em tornar o blog um pouco mais leve. Na verdade, já iniciei essa mudança separando os artigos sobre o Mac num blog especifico, o Mac Help. Da mesma forma, pretendo criar o PC Help, para os usuários de Windows. Possivelmente, criarei também o Net Help, não dedicado a netbooks (que costumam rodar o Windows…) mas bem aos assuntos de redes de computadores. Portanto, sobrarão neste blog os assuntos ligados à tecnologia em geral: novidades, projetos, etc… [ Leia mais... ]
Share on Facebook
por Phil, 22-jan-2010.
Os felizardos que tem um Mac vão poder festejar e os curiosos que pensem em iniciar-se no mundo Apple vão poder ter as respostas que merecem: decidi criar o MacHelp, um site com blog e fóruns dedicados aos equipamentos da Apple. [ Leia mais... ]
Share on Facebook
por Phil, 5-dez-2009.
Olá pessoal,
Criei alguns designs para camisetas e outras roupas, que estão a venda no CafePress, um site americano muito legal que permite transformar sua criatividade em produtos comercializados. Se você tiver curiosidade, aqui estão os links…

"Tribal Monkey"

Jogos Olímpicos Rio 2016

DNA Compatible (design baseado numa molecula de ADN fornecida por meu enteado, Yan)
O problema – sempre há algum problema – é que eu queria ter uma página neste blog onde eu possa colocar todas as mercadorias disponíveis no CafePress com esses 3 designs, mas o único plugin que encontrei para WordPress não funciona com minha hospedagem…
Logicamente, decidi desenvolver meu próprio plugin, talvez me baseando no plugin existente.
Quanto a meu plugin de megasena, desde que decidi ativar a versão 5 do PHP na minha hospedagem, o plugin parece não funcionar mais. Por isso acabei o tirando do ar. Ainda não tentei corrigir o problema. Se alguém quiser investir seu tempo nisso, que fique a vontade.
Um grande abraço,
Phil.
Share on Facebook
por Phil, 6-out-2009.

A página da Apple Store Brasil
Uma ótima notícia para os aficionados da Apple! A loja online acabou de abrir. Chega de procurar uma loja Apple perto de casa e nunca encontrar. Agora tá tudo online: é só abrir o navegador, fazer o pedido, pagar e esperar chegar e, logicamente, todo isso sem intermediários lucrando no caminho…
Ainda não testei, mas eu tenho certeza que os procedimentos sejam iguais aos das lojas lá fora, ou seja: qualidade e eficiência sem surpresas. Imagino que a Apple tenha adaptado os modos de pagamento ao Brasil, ou seja: cartão de credito, mas também boletos bancários ou pagamento direito via os bancos.
No entanto, a loja abre com um número limitado de produtos: procurei na seção mouse para ver se troco meu mouse sem fio – que embora tinha resistido a uma queda de 5m apresenta uns sinais estranhos de vez em quando – mas não encontrei nem um mouse USB. Também dei uma espiada no iPhone 3GS, mas aí também nada: nem o botão Comprar aparece…
Enfim, vamos com calma e paciência: a loja é oficial, é o primeiro passo. Próxima etapa: os produtos :)
Abraços,
Phil.
Share on Facebook
por Phil, 29-set-2009.
Meu novo desenvolvimento, um programa de trading na bolsa brasileira para Mac OS X, está progredindo rapidamente. Em breve, precisarei de testadores, para uma versão alfa do programa, que pratiquem trading na bolsa de são paulo e estejam equipados com um Mac OS X.
Segue uma tela do programa, para os curiosos:

SkTrader - gestão de portfólios
Vale notar que o programa ainda está longe de estar terminado, que adiciono funcionalidades novas todo dia e que o programa não é completamente estável; no entanto, ele é parcialmente usável e evolui muito rapidamente, e eu já o estou usando pessoalmente.
Note que os prerequisitos para possíveis testadores são os seguintes:
- Possuir um Mac com processador Intel e Mac OS X
- Ter feito o upgrade para o Snow Leopard (versão 10.6)
- Possuir conhecimento em trading, e especificamente na Bovespa.
- Possivelmente já ter uma corretora e/ou usar o site ADVFN
- Me informar bugs, defeitos, e ter uma visão crítica e construtiva
- Estar consciente que o programa está em desenvolvimento e portanto não traz garantia nenhuma de satisfazer suas necessidades, e nem de funcionar direito.
- Durante o uso do programa, seus dados de login serão usados para recuperação de dados exclusivamente (cotações e gráficos), seja no ADVFN ou na sua corretora (se e quando essa última estiver implementada no programa), e nunca me serão informados.
- As corretoras que planejo implementar numa primeira etapa serão as que uso pessoalmente, a corretora do Santander (SuperBroker) e o ItaúTrade. A implementação de outras corretoras dependerá das informações que encontrarei sobre elas, ou que vocês aceitarão me encaminhar (cópias de páginas web por exemplo). De nenhum jeito aceitarei um login/senha no site de uma corretora que não seja uma conta de teste da própria corretora. Eu não tenho e não quero ter acesso aos seus dados de nenhum jeito, que seja claro!
- Enfim, quem me ajudar com contribuições úteis nesse desenvolvimento ganhará a primeira versão oficial do programa, de graça (planejo vender o programa acerca de R$250,00), além de ser citado(a) – se desejado – nos agradecimentos do programa.
- Falar inglês é meio que um pre-requisito porque estou desenvolvendo o programa em inglês, embora terá logicamente uma versão final em português (do Brasil) e possivelmente outra em francês… ( Nem todo investidor na Bovespa é brasileiro ;) )
- Ter abilidades em design será um plus, sem dúvida.
Quem estiver interessado pode me mandar um email para o endereço seguinte: Testes SkTrader com seu nome, email de contato, localização, e descrevendo seus conhecimentos em Mac OS X e em trading; qualquer informação adicional sobre você será bem-vinda.
Um grande abraço,
Phil.
Share on Facebook
Classificado em
Analise,
Análises de Ações,
Anúncios,
Comunicados,
Investimentos,
Mac,
Notícias,
O Jeito Apple,
Programas/Software,
Redes,
Trading,
desenvolvimento,
design,
serviços
Escrito por Phil no dia 29 de setembro, 2009
Comentários (0)
por Phil, 21-set-2009.
Decidi começar uma nova série de artigo que intitularei Dicas do Phil. O objetivo dessa série será mostrar problemas frequentemente encontrados pelos usuários e possíveis soluções.
Vou começar com um problema enfrentado por minha mãe na casa dela ontem. Em casa minha mãe tem dois computadores, que usam uma rede sem fio com um roteador Linksys WRT54GC, e um conexão de banda larga com a FREE, provedor francês já que minha mãe mora na França. Já que instalei essa rede dela, eu faço o suporte remotamente do Rio de Janeiro quando ela precisa. Ontem a tarde, recebi uma ligação dela que me apresentou uma situação bem estranha.
Ela começou por me avisar que tinha trocado o equipamento de banda larga dela e que agora quando um computador conectava na internet, o outro não tinha acesso e avisava que tinha um endereço duplicado na rede. Eu parei um momento para pensar qual poderia ser a possível causa.
Como ela estava conversando comigo a partir de um dos computadores, usando o Skype, perguntei para ela qual era o endereço IP do computador. O endereço que ela me informou era 82.236.xxx.xxx [substitui os dois últimos números por xxx por razões de privacidade e segurança] o que de imediato me pareceu suspeito. Os endereços usados em redes locais são geralmente de dois tipos: 192.168.xxx.xxx (na maioria dos casos 192.168.1.xxx) ou 10.xxx.xxx.xxx (na maioria dos casos 10.0.0.xxx ou 10.0.1.xxx). O endereço indicado por minha mãe era um endereço típico de provedor ou seja: o computador dela tinha recebido esse endereço diretamente do provedor…
Já o problema era evidente: o roteador funcionava de modo transparente, ou seja: como “ponte” (bridge). Por que era logicamente a pergunta seguinte. Como eu tinha instalado o VNC nos computadores da minha mãe para poder fornecer um suporte remotamente, eu pedi para ela iniciar o programa servidor enquanto eu iniciava o programa cliente aqui no meu Mac. Acessei sem problema o computador dela onde eu pude verificar a configuração do mesmo e a rede local. O roteador estava funcionando normalemente e não tinha perdido sua configuração já que a rede estava bem definida e encriptada como eu a tinha deixado, porém eu não podia entrar na configuração do mesmo já que ele estava “transparente”.
Quando se tem um problema de roteador assim, um jeito simples de continuar as investigações é desplugar a internet (ou desligar o modem fornecido pelo provedor) e acessar o roteador pela rede local, usando o interface web geralmente oferecido pelo equipamento. No entanto, como eu precisava acessar remotamente, era excluida a opção de desligar a internet…
Alguma coisa me parecia muito estranha. Parei novamente para pensar. Tecnicamente, eu estava achando que minha mãe conectava na internet usando o modo PPPoE (Peer-to-Peer Protocol Over Ethernet), que é o modo de identificação e conexão usada aqui no Brasil por exemplo para conexões ADSL e Cabo. Concretamente, quando você tem um modem ADSL ou Cabo, uma primeira conexão é estabelecida com o provedor de acesso entre seu modem e um modem remoto no provedor. Estabelece-se uma conexão IP ponto-a-ponto. O roteador (ou o computador caso você não tenha uma rede local) estabelece em seguinte uma conexão PPPoE, fornecendo sua identificação com seu provedor internet (algo completamente inútil, mas requerido aqui no Brasil porque o usuário é refem de um sistema visando apenas a aumentar a cobrança nele, mas isso é outro assunto…). Na verdade, o modo como o computador da minha mãe pegou o endereço do provedor sem nem instalar nenhum programa dele, e sem modificação na sua configuração me lembrou que lá na França a maioria dos provedores não usa PPPoE mas diretamente o DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol). Ou seja: seu computador ou roteador pede um endereço pro provedor, sem o protocolo PPPoE, o que é também o modo de atribuir endereços IP numa rede local. Eu continuava sem entender… Por que diabos o roteador estava funcionando de modo transparente…? E por que ele mesmo não pegava esse mesmo endereço IP do provedor, entrando em conflito com os próprios computadores…? Fiz mais umas perguntas…
— Qual é seu novo provedor? — eu estava pensando que talvez o modo de conexão com o provedor tinha mudado…
— Mas, é o mesmo provedor! Apenas troquei o modem…
Eu tinha entendido errado. Achei que tudo tinha mudado quando na verdade apenas o modem tinha sido trocado, e portanto NADA deveria ter mudado no modo de funcionamento… A solução veio de repente:
— Mãe, você reconectou todos os cabos direito?
— Justamente. Foi o V. [meu padrasto] que desplugou os cabos. E fiquei na dúvida no momento de replugá-los.
— Veja atrás do roteador: o cabo que vem do modem deve entrar no plugue marcado “Internet” ou “WAN”.
O problema estava solucionado. Minha mãe me informou que o cabo estava plugado num dos outros quatro plugues, ou seja: nas conexões de rede local. Tudo estava explicado: o roteador estava na verdade funcionando como um hub, oferecendo uma rede local entre o modem internet e os computadores com conexão sem fio… Consequentemente, cada computador enviava seu pedido de endereço local diretamente pro provedor que apenas atribuia um único endereço, explicando o endereço duplicado na rede… E o próprio roteador na verdade não tinha nenhum endereço visível, já que por definição seu interface de rede local estaria em 192.168.xxx.xxx que se encontrava num outro plano de endereçamento, incompatível com o 82.236.xxx.xxx
Falei para minha mãe desligar o roteador (para forçar simplesmente os computadores a recuperar um novo endereço local), trocar a conexão do cabo internet, e religar o roteador. Em seguinte, me ligar com o Skype no outro computador… A conexão caiu… e recebi minha ligação pouco depois: “Funciona!“
A gente tem tendência a esquecer que a principal causa dos problemas é o próprio usuário (ou a faxineira, o filho, etc…) ou seja: o fator humano. Muitas vezes, as pessoas mexem com cabos, com equipamentos e acham que não mudaram nada, portanto não informam isso quando apresentam um problema. Deveria sempre ser a primeira pergunta de qualquer serviço de manutenção: o que você mexeu…?
Um abraço,
Phil.
Share on Facebook
Classificado em
Analise,
Aulas,
Educação,
Equipamentos,
Mudanças,
Redes,
Reflexões,
Suporte Técnico,
serviços,
tecnologia
Escrito por Phil no dia 21 de setembro, 2009
Comentários (0)
por Phil, 14-set-2009.
Começo o prazo de inscrição para participar dos testes de segurança das urnas eleitorais brasileiras. Quem quiser tentar hackear o sistema eleitoral tem até o dia 13 de outubro para inscrever-se.
Embora o ideia de submeter a segurança das urnas a possíveis crackers seja uma ótima iniciativa, eu não acho que trará os resultados esperados, a saber a confirmação da qualidade da segurança do sistema. Expliquei minhas razões num email que acabei de mandar pro TSE (Tribunal Superior Eleitoral):
Prezados senhores,
Eu achei muito sensata a decisão de vocês organizarem testes de segurança nas urnas eleitorais (e no sistema global de votação).
No entanto, eu acho algumas premissas bastante limitativas.
1- Os testes estão apenas abertos a brasileiros. Embora os “crackers” brasileiros têm uma “boa” reputação no mundo, não existe nenhuma garantia do que os potenciais crackers das urnas na eleição de 2010 sejam mesmo brasileiros… De qualquer forma, qualquer tentativa bem sucedida de hackear o sistema eleitoral obrigará a rever os procedimentos, e sem dúvida a notícia terá repercussão mundial… Vocês querem testar a segurança do sistema, não impõem condições que não existem na realidade…
2- Os testes deveriam ser feitos de forma anónima. É evidente que os melhores crackers não vão apresentar-se no evento, preenchendo um formulário com identidade e CPF, e isso porque os melhores provavelmente nem são maiores de idade… Afinal o que interessa é SE e COMO, não QUEM…
3- “Plano de batalha”. Me desculpem antecipadamente, mas embora eu possa entender que seja realista listar as grandes linhas de um “plano de batalha”, eu não acho muito sensato imaginar que os melhores crackers possam listar todas as normas de segurança ou outras que eles pretendem explorar para atacar um sistema… Ou sera que o cracker deve seriamente ter cursado uma pós-graduação em eletrónica-telecoms… Realmente acho que um procedimento “Mac Gyver” de ataque provavelmente dará melhores resultados do que uma lista acadêmica de vulnerabilidades ou – pior – normas em vigor…
4- O maior risco sempre vem de dentro das organizações. Isso é e sempre foi a regra número 1 na área de segurança. Ou seja: a pior ataque possível será provavelmente baseada em conhecimentos do hardware e software das urnas ou do sistema de transmissão/gravação de dados usado. Portanto, se vocês quiserem realmente aproveitar ao máximo os testes do sistema, é INDISPENSÁVEL fornecer o código fonte do software e os esquemas técnico do hardware. Porque seu verdadeiro cracker potencial terá esses dados para trabalhar, não duvidem.
Enfim, eu apenas queria contribuir com minhas impressões, já que por ser francês eu não terei a possibilidade de me candidatar aos testes – e de qualquer forma eu nem teria a pretensão de conseguir quebrar seus sistemas (pelo menos não sem códigos fontes e planos eletricos…)
Atenciosamente,
Philippe Hilger,
Engenheiro de Sistemas, Redes e Segurança.
PS: recomendo a leitura do livro Hacking de Jon Erickson, cuja tradução acabou de sair no Brasil e que apresenta claramente o que é um HACKER: alguem que usa de truques não convencionais para conseguir um resultado, ou seja: nada de normas, apenas o resultado conta…
Bom, é apenas minha humilde opinião, lógico. Se vocês acham que conseguirão comprovar a segurança do sistema documentando todos seus testes e praticando o equivalente de uma aula de laboratório de universidade (planejada e sem surpresa), desejo boa sorte para vocês. Pessoalmente, vou tentar achar os códigos fontes das urnas na Internet… rsrs…
Um abraço!
Phil.
PS: Sou hacker do bem, não cracker. Sútil diferença!
Share on Facebook
por Phil, 13-set-2009.
Três temas por hoje. Talvez mais…
Joomla! Day Brasil 2009
Como informei semana passada, atendi o evento chamado Joomla! Day Brasil 2009, ontem, na Escola de Comando e Estado-Maior do Exercito na URCA, no Rio de Janeiro.
Bom, não sou de criticar as boas iniciativas, ainda mais quando são organizadas benevolamente por umas poucas pessoas de boa vontade. Aproveito para parabenizar o Ronildo e seus ajudantes: talvez o evento não chegou a ser completamente profissional mas tudo pareceu der certo e minhas críticas quanto à organização são mínimas. No entanto, ainda tem um bom caminho para fazer para o Joomla! sair da sombra e alcançar realmente as empresas brasileiras e os usuários finais.
Globalmente, as palestras foram um pouco fracas. Faltava um objetivo real: algumas palavras eram sobrevoadas demais (tipo: apresentação de alto-nível, só que não devia ter nenhum executivo na sala, e principalmente nerds…) e outras eram 100% focadas em desenvolvedores embora nem chegaram a ser utéis.
Acho que globalmente faltou uma vontade de convencer. Infelizmente, as apresentações feitas pelos patrocinadores não trouxeram nenhum elemento de qualidade: a da NOIX era digna de uma feira para vender carros, e a da FábricaLivre uma leitura ao vivo de código fonte – código que, se não me engano, fica no próprio site da Joomla! para quem quiser desenvolver…
A palestra do Fernando Soares me decepcionou. Eu estava indo, na verdade, principalmente para conhecer o Fernando e ver como ele ia apresentar a solução de e-commerce Joomla! + VirtueMart. Não gostei. De um lado, o Fernando não conhecia suficientemente a solução, por não ter um perfil muito técnico (ele mesmo afirmou que não é desenvolvedor) e não conhecer as possibilidades de extensão do produto. Se tivesse tido mais tempo na sessão de perguntas/respostas, eu ia comentar sobre 3 pontos que não me deram satisfação:
- Existem alternativas de pagamento às soluções PagSeguro/Paypal no Brasil: eu desenvolvi em menos de 2 meses uma gateway (passarela) de pagamento com o RealPague Internet do Banco Real, oferecendo pagamento com débito em conta, cartão de crédito Visa e boleto bancário. Nada de dificuldades sérias.
- É importante informar os potenciais usuários que na sua versão atual, o sistema VirtueMart não gera corretamente o cálculo de impostos nos produtos. Eu teve que adaptá-lo para funcionar na minha loja virtual.
- O Fernando afirmo que o VirtueMart talvez não era a melhor solução para gerenciar 2000 produtos, mas meu shopping virtual oferecia sem problema 8000 referências de produtos usando o VirtueMart… Ou seja: o sistema aguenta sim!
Nisso tudo, eu complementaria que é possível desenvolver um interface com sistemas próprios de gestão de estoques etc… Eu desenvolvi um sistema que atualizava diariamente as referencias de produtos com preços, estoques e prazos de entrega, recuperando as informações diretamente das próprias distribuidoras. E o sistema de e-commerce completo foi desenvolvido em 6 meses com um único desenvolvedor (nem especialista): eu!
Voltando ao Joomla! Day, a única palestra que realmente me agradou foi a do americano Ryan Ozimek, da Open Source Matters, um dos fundadores do projeto Joomla!, que chegou a apresentar realmente - e com convicção – o próposito do Joomla!
Cheguei até a conversar com o Ryan no final da palestra sobre uma possível “união” entre Joomla! e WordPress, ambos desenvolvimentos de código livre, que permitiria aproveitar o melhor dos dois mundos: um excelente CMS (Content Management System, ou seja: sistema de gerenciamento de conteúdo) e um excelente sistema de blogging. A resposta do Ryan foi que podia efetivamente ter um trabalho em comum ou alguns bridges (pontes) oferecendo a coexistência, mas que dificilmente aconteceria um merge (uma fusão) das atividades das duas equipes… Acho que a questão é mais política do que estratégica, o Joomla! tendo se separado do projeto Mambo (o código livre inicial do sistema) por razões organizacionais e objetivos não lucrativos e o WordPress sendo suportado pela Automattic, uma empresa comercial. Enfim, nos contentaremos de bridges então…
Voltando ao evento, acabei indo embora a volta das 16h, durante o coffee-break, porque as últimas palestras (NOIX e FábricaLivre) tinham meio que acabado com minha paciência, e perdi o debate que era para acontecer depois… De qualquer forma, não tenha certeza que esse debate ia realmente me trazer grandes novidades…
Minhas sugestões para a próxima edição do evento:
- Mais profissionalismo (talvez separando as palestras de apresentação, as palestras técnicas e as palestras de casos reais em 3 ambientes diferentes)
- Talvez montar uma ONG aqui no Brasil para cuidar do Joomla! (coordenação do desenvolvimento + organização dos eventos) o que permitiria trazer as potenciais empresas interessadas e formalizar a comunidade Joomla! brasileira.
—
Skloogs Megasena
Após da apresentação acima, fiquei me “lembrando” de ter usado Joomla! durante 2 anos antes de migrar pro WordPress, e me veio na mente a idéia de adaptar meu plugin de Megasena pro Joomla! Chequei, e não existe ainda nenhum equivalente, portanto pode satisfazer alguma demanda, e como meu plugin oferece uma licença GPL, não terá problema para ele ficar listado no site do Joomla! (de acordo com o Ryan Ozimek, o Joomla! tirou da lista todos os complementos que não usavam a licença de código livre GPL)
Portanto, em breve preparem-se para ter a megasena no Joomla!
—
Twitter
Falando do plugin Skloogs Megasena, eu já tinha pensado em desenvolver uma funcionalidade para que o plugin mande os resultados da megasena e algumas sugestões para o Twitter. Acho que vou fazer isso em breve também…
—
Snow Leopard
Fiz o Upgrade do Mac OS X Leopard (10.5) pro Mac OS X Snow Leopard (10.6)… Por enquanto não vi tanta diferença assim, apenas algumas mudanças estéticas. No entanto, meu email não quis mais abrir. Demorei testando, até o momento que decidi checar se não tinha alguma atualização, e tinha mesmo! O email foi atualizado da versão 4.0 para a 4.1 e o problema sumiu.
Gosto mesmo da Apple!
—
GarageBand JamPack Remix Tools
Comprei esse jam pack para poder colocar outros ritmos and sintetizadores nas minhas músicas. Em breve, você verão (ouvirão) o resultado :) No meu MusiBlog www.kevzan.net, como sempre!
—
O sol voltou
Perdi um dia lindo ontem, assistindo palestras numa sala escura e gelada (odeio o ar condicionado!) e também perdi a apresentação da minha Patrulha de França no céu da Barra da Tijuca… No entanto, como o sol continua hoje, foi menos mal. E ainda consigarei ver a patrulha na TV ou na Internet… sem a povoação que deve ter acontecido na praia…
Um ótimo domingo para você!
Phil.
Share on Facebook
Classificado em
Apresentação,
Atualizações,
Educação,
Mac,
Negócios,
Notícias,
O Jeito Apple,
desenvolvimento,
música,
programação,
serviços
Escrito por Phil no dia 13 de setembro, 2009
Comentários (0)
por Phil, 3-set-2009.
Calma aí!… Não estou duvidando de sua sanidade mental ou do bom senso de seus atos… (Risos) Nada disso: a pergunta é para pegar no pé da letra, ou seja: qual é seu problema técnico?
Se você ainda não sabe, estou prestando serviços de manutenção-instalação-configuração de computadores e redes aqui no Rio de Janeiro. O cliente me chama, me explica nas grandes linhas qual é seu problema, e la vou eu, forte de meus, digamos, quase 30 anos de prática da informática em (quase) todas suas formas, para resolver o problema do cliente in situ¹.
Pode parecer falta de modestia, mas sinceramente, eu não me lembro de não ter conseguido resolver um problema técnico. Sempre pode demorar para achar a solução, mas sempre tem uma solução… Me lembro que há alguns meses, fui chamada pela Adriana, que não conseguia mais compartilhar seu acesso internet entre os vários computadores na casa dela e ela suspeita que a Velox tinha mudado alguma coisa na rede internet que impedia esse compartilhamento… Embora a Adriana tinha competências suficientes para configurar da forma necessária e tinha procurado soluções na internet, passei umas 3 ou 4 horas adicionais tentando resolver o problema, testando várias configurações, no roteador dela, no modem… até brigando com a Velox no telefone que pensava falar com um leigo… Mas não adiantou… Alguma coisa estranha estava acontecendo. Saí de la desapontado pelo meu insucesso, mas sugeri testar com um outro roteador, wireless já que a Adriana quis acessar a rede de qualquer lugar da casa. Voltei alguns dias depois e passei mais algumas horas testando com o novo roteador… Continuava sem funcionar. Até que no último teste antes de desistir formalmente do caso eu consegui fazer tudo funcionar do jeito desejado, mas comprovando que a Velox tinha mesmo mudado alguma coisa no sistema dela… Redigi um relatório de meus testes e conclusões, para a cliente poder processar a Velox pelo inconveniente e o gasto desnecessário ocasionado pela chamada de um engenheiro de redes. De repente, alguns dias depois a Adriana me informou que a Velox reconheceu seu erro e que uma mudança tinha sido feito no bairro dela…
Todos os casos não são tão complexos e demorados a resolver, felizmente. Em geral, basta um bom artigo encontrado num blog como este para você poder resolver sozinho seu problema. Portanto, se você tiver algum problema com seu computador, sua rede informática ou quer uma ajudinha ou uma formação técnica rápida, fique a vontade para me contar aqui mesmo qual é seu problema…
Um grande abraço,
Phil.
PS: E se você tiver/souber de uma vaga na área de T.I., de analista até gerente, estou disponível :)
___
¹in situ (latim é bonito, não acha?): no campo, ou seja no local onde se encontra o problema (casa, empresa…)
Share on Facebook
por Phil, 1-set-2009.
Decidi adicionar gráficos no plugin Skloogs Megasena.
Primeiro passo: as ocorrências de dezenas:
[megasena numbers_graph]
Os passos seguintes serão as estatísticas de senas, quinas, quadras, a combinação das 3 e o atraso das dezenas… Para já!
A nova versão (3.1.0) do plugin será entregue via o SVN WordPress quando tudo for pronto… Paciência!
Abraços,
Phil.
Share on Facebook